Escute nossa Rádio Online

Rádio 96,1 FM Rádio Light Rádio 1390 AM

PMVR ainda não obteve resposta sobre proposta de adquirir Escritorio Central

/ Informativos

Postado por: Administrador - em 02/03/2018 às 06:30

O desejo da prefeitura de Volta Redonda de comprar o antigo Escritório Central da CSN fez parte, como era esperado, da conversa entre o prefeito Samuca Silva e o controlador da companhia, Benjamin Steinbruch, no dia passado, na Usina Presidente Vargas. No entanto, a proposta do governo municipal de adquirir o prédio por cerca de 80 milhões de reais, em troca de dívidas da siderúrgica com a cidade, ainda não teve a resposta do empresário.

Samuca e secretários, como o de Desenvolvimento Econômico, Joselito Magalhães, foram recebidos na CSN por Steinbruch, acompanhado dos diretores de Produção, Pedro Gutemberg, e Institucional, Luiz Paulo Barreto, num encontro que contou também com a presença de representantes do escritório de arquitetura Loeb Capote, que desenvolveram um projeto urbanístico para a região do Aero Clube.

De acordo com a CSN, foi a oportunidade de Samuca conhecer o projeto, elaborado em 2015, mas que ainda não tem previsão de início.

Sobre o Escritório Central, o presidente da CSN confirmou que a empresa está avaliando a proposta. Entretanto, Steinbruch – que diverge quantas às dívidas cobradas pelo município – também demonstrou preocupação de não entregar um imóvel sem que a prefeitura tenha completa noção da sua estrutura e do seu custo de manutenção.

A ideia da grandeza do edifício, que tem 16 andares e está localizado na área mais valorizada da cidade, a Vila Santa Cecília, pode ser medida no valor do seu IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) de 2018, que já foi pago: 370 mil reais. Detalhe: com desconto.

Na reunião, Samuca apresentou o plano de ocupação do prédio pensado pelo governo. Steinbruch considerou interessante, mas deixou claro que a questão ainda está sendo avaliada.

E o anúncio de que o governo dos Estados Unidos se prepara para aplicar tarifa de 25 por cento sobre as importações de aço preocupa o governo brasileiro e pode afetar a economia da região Sul Fluminense. A Companhia Siderúrgica Nacional de janeiro a setembro do ano passado registrou no quadro de exportações 4 por cento do valor vendido.

O Governo brasileiro avisou que não descarta ações para preservar os interesses nacionais relacionados ao caso. O ministério da Indústria e Comércio revela que o Brasil é um parceiro comercial dos Estados Unidos, que esporta 80 por cento de semiacabados para aquele país.

 

Submenu